Como toda a gente sabe, o caso Blatter-Ronaldo teve grande polémica, devido às declarações do Presidente da Fifa ao capitão da Seleção Nacional Portuguesa. Criaram-se grupos no Facebook a pedirem a sua demissão, membros do Governo fizeram declarações sobre este caso, títulos de abertura em telejornais, capas de revistas, jornais, etc etc. Mas o que é que está mal nisto tudo?
Na minha opinião, está (quase) tudo mal.
Sim, é vergonhoso um homem que tem tanta influência no mundo do futebol pensar sequer em proferir declarações destas, dando um claro ''impulso'' àquele que é considerado o melhor jogador de futebol atualmente. Mas, porque é que deu-se tanta atenção a um assunto como este? No estado atual do país, ver membros do governo (que desde 25 de Abril bem tem-se visto o trabalho que o PS/PSD/CDS têm feito), cidadãos adultos, jovens um pouco mais velhos e inclusive mais novos que eu a darem tanta importância a um assunto que não os vai fazer mais ou menos felizes.
Infelizmente, Portugal é um país que parece que ainda está assente, um pouco, nos chamados 3 F's - Fado, Futebol e Fátima, se bem que pode ser substituído o Fado por Pimba, infelizmente, até neste campo dá-se mais atenção a um estilo musical que incentiva algo que toda a gente sabe do que falo, nós somos um país, neste aspeto, culturalmente muito fraco. Sem me querer afastar, parece que por cá, o Futebol é mais importante para a realização pessoal e para felicidade de um indivíduo do que tentar ajudar o país a evoluir.
Enquanto se der mais atenção a Futebóis, e a pessoas que por nós nada fazem e preocuparmos-nos menos com áreas que realmente possam Portugal a sair desta crise (não só financeira, mas de mentalidade, etc) nós não avança-mos, e ver-mos o número de jovens que se despreocupa, é por sua vez, preocupante.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Realidade Alternativa
Ontem antes de dormir comecei a pensar em sonhos (não objetivos, mas aqueles que temos enquanto dormimos) e lembrei-me que esses sonhos não são mais que demonstrações do subconsciente, logo, o que se passa nos nossos sonhos acaba por não ser real, o que me deixou a pensar sobre a realidade das coisas… Será este copo por onde bebo água real? Serão as outras pessoas reais? Serei eu real? Será o mundo real? Será que aquilo que eu vejo e sinto seja possivelmente um sonho de outra espécie ou outro humano que criou um mundo no seu subconsciente e eu seja a sua demonstração no seu sonho, ou será que tudo aquilo que me rodeia, é efetivamente uma realidade?
Já vários filósofos tentaram responder a esta pergunta, mas como eu não sou um especialista nesta área vou por outro caminho e tentar associar isto à (possível) existência de Deus.
Sendo impossível afirmar que tanto a vida é real como que Deus existe como é que será possível conciliar tudo isto?
Mas se não temos a certeza de nada, acabamos por duvidar da nossa própria existência, e ao isso acontecer, duvidamos dos nossos sentidos (que já se provou que eles nos enganam) e de tudo o que nos rodeia o que nos leva a pensar: o que é a vida? O que é real e o que é falso? Serei eu mesmo real?
Sendo que não sabemos estas respostas, poderemos ser (como já disse) uma espécie de imagem que um outro humano (por exemplo) sonha e sendo assim, eu posso ser a sua representação num mundo que a mente dele (logo, eu de certa maneira sou ele, mas fisicamente diferente) criou sendo que o passado foi inventado por mim para dar uma certa lógica àquilo que supostamente vivo (talvez por isso não tenhamos lembranças de enquanto bebés) que é algo a que a morte destrói (que é o acordar do sonhador e que acaba por não se lembrar do seu sonho), o que talvez acabe por explicar os dejá-vus, uma espécie de antecipação ao que vai acontecer, pois se quem sonha está a pensar uma vida inteira, acaba por saber o que vai acontecer. Não me querendo alongar neste campo, queria terminar com mais uma questão: Se Deus supostamente (para os mais religiosos) criou o mundo, e se de acordo com o que eu escrevi, o mundo acaba por ser criado pela minha ou pela mente do meu sonhador, então quer dizer que eu sou Deus?
Já vários filósofos tentaram responder a esta pergunta, mas como eu não sou um especialista nesta área vou por outro caminho e tentar associar isto à (possível) existência de Deus.
Sendo impossível afirmar que tanto a vida é real como que Deus existe como é que será possível conciliar tudo isto?
Como disse os sonhos não são objetivos, é algo subjetivo que a nossa mente cria, mas como poderemos dizer que a alma é nossa se nem sabemos se realmente existimos para a ter?
Mas se não temos a certeza de nada, acabamos por duvidar da nossa própria existência, e ao isso acontecer, duvidamos dos nossos sentidos (que já se provou que eles nos enganam) e de tudo o que nos rodeia o que nos leva a pensar: o que é a vida? O que é real e o que é falso? Serei eu mesmo real?
Sendo que não sabemos estas respostas, poderemos ser (como já disse) uma espécie de imagem que um outro humano (por exemplo) sonha e sendo assim, eu posso ser a sua representação num mundo que a mente dele (logo, eu de certa maneira sou ele, mas fisicamente diferente) criou sendo que o passado foi inventado por mim para dar uma certa lógica àquilo que supostamente vivo (talvez por isso não tenhamos lembranças de enquanto bebés) que é algo a que a morte destrói (que é o acordar do sonhador e que acaba por não se lembrar do seu sonho), o que talvez acabe por explicar os dejá-vus, uma espécie de antecipação ao que vai acontecer, pois se quem sonha está a pensar uma vida inteira, acaba por saber o que vai acontecer. Não me querendo alongar neste campo, queria terminar com mais uma questão: Se Deus supostamente (para os mais religiosos) criou o mundo, e se de acordo com o que eu escrevi, o mundo acaba por ser criado pela minha ou pela mente do meu sonhador, então quer dizer que eu sou Deus?
| Será este texto real ou apenas um sonho? |
quarta-feira, 17 de julho de 2013
O medo de ser diferente
Antes de começar, gostaria de explicitar a diferença neste
tópico, não é como a diferença do post Pressão de Grupo/Liberdade ó Liberdade,
mas sim a diferença na maneira de ser diferente em vários aspetos.
Todo o ser humano é geneticamente diferente, logo,
psicologicamente não sentimos, não pensamos e não atuamos da mesma maneira que
qualquer outra pessoa, ou seja, somos únicos. Mas existem costumes, ideias e
ideais, valores caraterísticos de uma sociedade que parece que se alguém tiver
a capacidade de pensar fora da caixa e, realmente fazê-lo, irá ser de certa
maneira crucificado pelos restantes indivíduos da sociedade em que se está inserido,
e porque será que isto acontece?
Eu, pessoalmente, não sou o típico adolescente (e não, não é
por ter um blogue), eu sou alguém que me consideraram um pouco negativista, mas
realista, algo que aceito plenamente, pois eu sei aquilo que eu sou, não aquilo
que vou ser. Mas continuando e não me querer desviar do tema do post, eu, tal
como muitos adolescentes tenho vários interessas, tanto artisticamente, como
desportivamente, culturalmente, etc, e vejo que sempre que eu entro por uma via
alternativa no desporto (por exemplo, sou amante de ciclismo) sou (quase)
automaticamente marginalizado, apenas porque ao invés de seguir a moda normal
de ter como desporto predileto o Futebol, tenho o Ciclismo, e por causa disto
já tive a típica discussão de ‘‘Qual desporto é o melhor?’’, aqui não se trata
de quais é o melhor, trata-se sim do prazer que o espetador poderá tirar de
observar o desporto. Mas algo interessante é que algumas das pessoas com quem
tenho esta discussão (saudável) nunca assistiu sequer a uma prova de ciclismo,
logo como poderão comparar?
Infelizmente, Portugal é um país muito tradicional mas que
(felizmente) está a se abrir a nível de mentalidades e tem uma geração que
poderá fazer realmente algo no que toca a esta mudança de pensamento, mas
porquê o medo de observar, aprender, e até descobrir algo que nos torne
bastante feliz? Só porque é diferente? Só porque não é moda? Isto faz lembrar
as pessoas e os estilos de roupa caraterísticos de cada idade, os brinquedos
que estão na moda e depois já não estão, assim como na música e tudo o que for
artes (Tokio Hotel/Jonas Brothers, etc, gente, lembram-se?).
Claro que com isto não quero obrigar as pessoas a mudar quem
são, longe disso, apenas quero informar que no diferente também há coisas entusiasmantes
e que por vezes, têm mais interesse por isso mesmo, por se saber o que os
outros estão a perder. Hasta.
![]() |
| É possível ser assim, diferente, mas feliz! |
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Liberdade, ó Liberdade
Liberdade. Uma palavra que estamos tão habituados a ouvir
mas que por vezes não sabemos o seu significado. Mas será que somos livres? Não
no sentido de vivermos numa democracia, mas som no sentido de podermos dar as
nossas opiniões, de podermos nos sentir ouvidos? Ou será que nós somos
manipulados sem nos apercebermos, seja pelos políticos, televisão, etc?
Se calhar estarei a ser um pouco conspiracionista, mas a verdade é que as provas do controlo sobre o povo em vários países estão à mostra um pouco em todas as esquinas. Hoje em dia, tirando raras exceções podemos dizer que a maior parte das coisas estão destinadas, sejam elas comandadas pelos famosos Illuminati, pela Nova Ordem Mundial, entre outros, a verdade é que as provas de o futuro já estar planeado são mais que muitas (as famosas cartas do jogo dos Illuminati a ‘’preverem’’ o atentado do World Trade Center, as famosas Torres Gémeas, em que tem muito mais conteúdo do que o normal do que uns simples atentados).
Mas o que é que isto tem a ver com liberdade?
Isto significa que nós vivemos numa democracia ditatorial (como lhe gosto de chamar), onde quem tem o poder não é quem nós elegemos, mas sim pessoas que nós nem sabemos quem são, mas que existem. Logo, nós não temos poder nenhum sobre os acontecimentos, não podendo ter opiniões divergentes das que estão em vigor. E bem, se tivermos, sabemos o que acontece a essas pessoas…
Isto significa que nós vivemos numa democracia ditatorial (como lhe gosto de chamar), onde quem tem o poder não é quem nós elegemos, mas sim pessoas que nós nem sabemos quem são, mas que existem. Logo, nós não temos poder nenhum sobre os acontecimentos, não podendo ter opiniões divergentes das que estão em vigor. E bem, se tivermos, sabemos o que acontece a essas pessoas…
Ou seja, não somos livres, nunca fomos, nem nunca o seremos,
pois ao sermos influenciados por algo ou alguém adotamos os seus ideais, seja
isto no desporto, tanto como na religião, esta que nos obriga a fazer algo para
agradar a uma espécie de deus (ou Deus, depende da crença) retirando-nos
liberdade no sentido de aumentarmos a nossa cultura, retira-nos a possibilidade
de evoluir cientificamente devido à ‘crença’ de que algo vai contra os ideias
da Bíblia, Alcorão, etc etc.
Isto porquê? Para manter-nos na ignorância para poderem
continuar a ludibriar as nossas cabeças e poderem continuar a roubar o pobre
(já ouviram falar das indulgências)…
Na idade Média quem tentasse provar algo no sentido de ir contra o que a Bíblia dizia, a Inquisição atacava essas pessoas, e o mais estranho de tudo, é que no século XX a Inquisição foi novamente ‘ativada’ por um Papa.
Na idade Média quem tentasse provar algo no sentido de ir contra o que a Bíblia dizia, a Inquisição atacava essas pessoas, e o mais estranho de tudo, é que no século XX a Inquisição foi novamente ‘ativada’ por um Papa.
Não querendo atacar mais a religião, pois esse não é o meu
objetivo, vou-me virar para coisas que nós pensamos que são inexistentes, mas
pelo contrário, são bem existentes… Todos nós pensamos a Censura algo anterior
ao 25 de Abril, mas a verdade é que ainda existe, e ainda censura, mas os media têm interesse em, de certa
maneira, esconder isto, pois eles são comandados por quem faz a censura, apenas
passando o que esses superiores acham correto, mesmo que esteja provado
(cientificamente) que esses programas nos tornem mais ignorantes (Big Brother, Secret Story, etc), sendo assim mais fácil manipularem-nos.
Além disto tudo, tudo o que escrevemos ou fazemos na
Internet (como o meu blog, por exemplo) é visionado pelos Serviços Secretos…Sim
as conversas do Facebook são lidas por alguém à procura de provas de algo que
ninguém sabe ao certo o que é… Nos E.U.A. foi descoberto que a NSA (National
Security Agency, algo que em português é Agência de Segurança Nacional) tem em
vigor um plano de espionagem a todos os habitantes do país, existindo até
piadas na net do género: ‘Se perder os seus números de telemóvel, peça a NSA,
que eles lhe irão dar’. Bem, isto vindo do país mais livre do mundo não dá
propriamente ideia de liberdade mas sim de prisão sem paredes, onde somos
controlados 24 horas sobre 24.
Se nós ainda nos sentimos livres neste mundo, ou somos muito
idiotas, ou ainda temos fé em algo que simplesmente não existe… Ao menos
sintam-se felizes a ler este post, não serão os únicos.
''I'm free to be whatever I, whatever I choose and I'll sing the blues if I want
I'm free to say whatever I, whatever I like if it's wrong or right it's alright''
I'm free to say whatever I, whatever I like if it's wrong or right it's alright''
| Um resumo do que em cima está escrito, mas o em cima descrito é para nos 'ajudar', claro |
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Ponderar, porque não?
Será que nós ponderamos? A pergunta para ser corretamente
aplicada, deveria de ser, será que nós ponderamos o suficiente? Alguns dizem
que sim, e dizem que até ponderam a mais.
Mas até que ponto poderá isto estar correto? Nós temos que
ponderar sobre todas as ações que nós tomamos antes de as realizarmos, sejam
elas as corretas ou as incorretas (imensa subjetividade neste campo) para nos
sentirmos no futuro felizes e realizados, pois todos nós enquanto seres humanos
pensantes, temos as nossas aspirações, medos, crenças e, obrigatoriamente,
objetivos de vida.
É aqui que entra a ponderação (pessoal) de cada um, pois nós
temos que o fazer para pensar sobre aquilo que queremos e o caminho que temos percorrer
para alcançarmos os nossos objetivos. Olho para os meus lados
diariamente, enquanto estudante, e vejo dois tipos de alunos, aqueles que
querem o prazer todo agora sem se preocuparem minimamente com o futuro das
coisas, algo alarmante em tempo como os atuais em que para sermos alguém na
vida temos que nos esforçar (e muito); mas também vejo aqueles que se agarram
com unhas e dentes às oportunidades que têm, e tentam diariamente se superar,
lutam para ser algo, algo que, obviamente não critico. Mas será que aqueles que
se mostram despreocupados não ponderam? Ou será que aqueles, que pelo
contrário, se mostram mais preocupados, também não o fazem? Isso depende da
escolha de cada um.
Nós devemos de ponderar para conhecermos as nossas
fraquezas, os nossos fortes, para sabermos aquilo que fomos, aquilo que achamos
ser, e aquilo que poderemos vir a ser, para que as nossas fraquezas passem a
ser pontos fortes, fazendo com que nós acabemos por evoluir como pessoas, nunca
alcançando a perfeição, mas sabendo que nós nos esforçamos para nos tornarmos
melhores pessoas. Sabendo que estamos num mundo em que estes ideais estão a
sair do cenário geral das pessoas seria bom, de vez em quando, refletirmos e
ponderar-mos para escolhermos sempre, ou quase sempre, a melhor opção nesta
estrada chamada Vida.
Um abraço e até ao próximo post.
P.S.: O exemplo dos estudantes é um entre vários que poderia
dar, mas o mais comum na minha idade.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Pressão de Grupo
Ah, a adolescência, o momento da vida em que fazemos as
nossas primeiras descobertas, os primeiros amores (e também, porque não, as
primeiras desilusões?), e também, o momento da vida, que para a maior parte das
pessoas pensam que irá durar para sempre, mas não é do tempo que irei falar
(pelo menos, não para já), é sim de algo que é extremamente comum nesta idade:
a Pressão de Grupo (ou em inglês, Peer Pressure).
Toda a gente já conviveu certamente com pressão de grupo,
nem que seja para começar a integrar esse mesmo grupo, nem que tenha sido
começar por fumar, utilizar um estilo de roupas, gostar de determinado estilo de música, etc. Nada escapa a
este pressão por parte de um grupo, seja ela consciente ou inconsciente. E
porquê este fenómeno tão comum? Porquê fazermos algo em que poderemos perder a
nossa identidade, perder os nossos valores, e podermos perder, até, o respeito
próprio? A resposta a esta pergunta é bastante fácil. Toda a gente que acaba
por ceder a esta pressão quer se integrar no grupo dos ‘Populares’ ou ‘Fixes’,
notando-se isto mais na minha idade…Esta integração em qualquer grupo, como
tudo, tem as suas vantagens e desvantagens, visto que toda e qualquer ação tem
consequências, visto que ao se ser integrado num grupo acaba-se por ter uma
espécie de proteção do grupo e ser-se reconhecido por grande parte das pessoas/adolescentes
‘wannabes’ como alguém popular e alguém que merece respeito, mas que tem também um lado
mau, que acaba por ser horrível (pelo menos, na minha opinião). Num grupo, todos seguem um líder (pode-o ser
inconscientemente) que terá um campo de influência maior que qualquer outro membro
do grupo, aquele que se quer seguir, e o que é que isto tem de mal? O fato de
sermos meras cópias de alguém, perdermos originalidade, tornamo-nos estereótipos
por causa da tentativa egoísta de sermos alguém que simplesmente não nos
podermos tornar só porque queremos parecer bonitos, pois quando outras pessoas olharem para o grupo que só adota um estilo as pessoas irão olhar para todos e ver que todos os membros não têm
ideias distintas uns dos outros, perdendo assim originalidade).
Além disto, no caso, por exemplo, das artes (mais
concretamente a música, de todas a mais importante das artes para os
adolescentes em geral) gostar de certas bandas só porque muita gente gosta,
apercebo-me que muita gente gosta de bandas clássicas (Led Zeppelin, Pink
Floyd, Guns ‘n Roses, Nirvana, alguns exemplos de muitos que poderia dar) só
para se tentar afirmar como diferente, neste caso não estará a ser diferente,
porque hoje em dia, dentro de alguns limites, ser diferente é o normal, o que
faz com que no futuro poderemos odiar profundamente algo mas sermos sempre associado a essas bandas/roupas, etc.
Isto é só no caso das músicas, roupas, e essas coisas mais
quotidianas, e no caso do cigarro?
Toda a gente sabe dos malefícios do velho cigarro, mas
porque é que há a curiosidade na adolescência de pegar num e começar a fumar?
Porque todos os ‘amigos’ fixes fumam, e não me vou alongar mais porque isto
já é demasiado debatido na praça pública.
E tu? Já cedeste à pressão de grupo? Não digas que não, irá
ser mentira.
Sentirmo-nos, e efetivamente estarmos (bem), integrados seja
numa escola, num local de trabalho, seja no círculo de amigos é importante, mas
será que valerá a pena perder a nossa originalidade, a nossa espontaneidade e criatividade
só por querermos ser algo que não somos, sendo que em alguns casos pomos a
nossa vida em risco?
Sê diferente, quando o fores vais ver quem realmente gosta
da tua personalidade…Sê diferente, sê tu, e acima de tudo, sê feliz.
domingo, 23 de junho de 2013
Amizade
Tu consideraste um bom amigo? Consideras que estás sempre lá quando aquele teu amigo precisa?
E sobre aqueles que consideras teus amigos…Será que eles são mesmo teus amigos? Ou simplesmente são umas pessoas que passam os bons tempos contigo?
Para responderes a todas estas perguntas tens que te perguntar se gostas daquelas pessoas com quem passas a maior parte do teu tempo, no meu caso é a minha turma, e se fores um adolescente provavelmente também será a tua turma, no caso de seres um jovem adulto, ou até mesmo um adulto, serão os colegas/amigos de trabalho, família, etc. Se gostares, muito provavelmente serás amigo delas, mas até que ponto a tua personalidade irá te permitir seres de fato um amigo? Ser amigo não é só uma saída à noite, ocasionalmente um jantar de convívio, uma ida à piscina, ou meia dúzia de fotografias que depois acabarás por partilhar no Facebook… É muito mais que isso, é ter a capacidade de te fazer aperceber dos teus erros antes que tenham consequências catastróficas, além disso tudo, é ter a capacidade de te mandar um estalo, insultar-te, tudo para que tu ganhes o mínimo de consciência, e no final de tudo dar-te um abraço, uma palavra reconfortante e explicar-te no que é que estavas a proceder mal, é aí que tu percebes a verdadeira noção de palavra ‘amizade’ e ‘amigo’.
Dito isto, consideraste um bom ou um mau amigo? Para isso tens que fazer uma reflexão, que neste caso é necessária, para perceber aquilo que tu és para contigo, mas acima de tudo, para com os outros. Se eu me analisar muito friamente, não me considero um bom amigo, porque simplesmente por vezes não tenho confiança em mim, o que acaba por ter que procurar confiança em pessoas que por vezes ignoram completamente os meus pedidos de socorro, além de ser demasiado crítico aos outros e por vezes não perceber que, tal como todos os humanos, erro, erro por pensar que os erros dos outros possam desculpar as minhas infantilidades e erros que posso cometer sem perceber os danos que isso possa causar. Costuma-se dizer que ao longo da vida apenas se fazem entre 2 e 5 amigos verdadeiros, se contarmos que o adulto normal é casado e eventualmente tem filhos, ficamos reduzidos a poucos amigos que não sejam família, sendo que normalmente os melhores amigos fazem-se nos anos de escola, sejam eles no Ensino Secundário, sejam eles no Ensino Superior. Se pensarmos que a nossa identidade é moldada por estes colegas/amigos que tu tens e que todas as ações que estas pessoas façam, directa ou indirectamente, te influenciam em todas as tuas futuras ações é, ao mesmo tempo, intrigante e assustador. Gostaria de pedir ao leitor ou leitora para pensar naqueles que considera amigos/amigas, já alguma vez esteve numa situação em que precisasse deles/delas, em que quando precisasse de uma palavra, ou simplesmente de uma demonstração de carinho eles/elas demonstraram-lhe esse afeto indispensável nessa fase difícil da vida? Ou que quando tivesse no fundo do poço psicológico o puxassem para cima? Por vezes quem menos espera é aquele que vai logo puxá-lo para cima, mas mesmo assim, parece ignorar essas pessoas, infelizmente, elas gostam e preocupam-se mais contigo do que tu imaginavas, chegando ao ponto de até, gostarem mais de ti, que tu delas.
(In)felizmente a amizade é um tema que se pode escrever muito, tanto pelos bons como pelos maus motivos, e este será, concerteza, um tema que irá ser por mim mais uma vez abordado noutros posts.
P.S.: Sintam-se livres de criticar.
P.S.2: Reflictam sobre os (vossos) valores de amizade e tentem ser melhores amigos e pessoas.
Um bem haja.
Para responderes a todas estas perguntas tens que te perguntar se gostas daquelas pessoas com quem passas a maior parte do teu tempo, no meu caso é a minha turma, e se fores um adolescente provavelmente também será a tua turma, no caso de seres um jovem adulto, ou até mesmo um adulto, serão os colegas/amigos de trabalho, família, etc. Se gostares, muito provavelmente serás amigo delas, mas até que ponto a tua personalidade irá te permitir seres de fato um amigo? Ser amigo não é só uma saída à noite, ocasionalmente um jantar de convívio, uma ida à piscina, ou meia dúzia de fotografias que depois acabarás por partilhar no Facebook… É muito mais que isso, é ter a capacidade de te fazer aperceber dos teus erros antes que tenham consequências catastróficas, além disso tudo, é ter a capacidade de te mandar um estalo, insultar-te, tudo para que tu ganhes o mínimo de consciência, e no final de tudo dar-te um abraço, uma palavra reconfortante e explicar-te no que é que estavas a proceder mal, é aí que tu percebes a verdadeira noção de palavra ‘amizade’ e ‘amigo’.
Dito isto, consideraste um bom ou um mau amigo? Para isso tens que fazer uma reflexão, que neste caso é necessária, para perceber aquilo que tu és para contigo, mas acima de tudo, para com os outros. Se eu me analisar muito friamente, não me considero um bom amigo, porque simplesmente por vezes não tenho confiança em mim, o que acaba por ter que procurar confiança em pessoas que por vezes ignoram completamente os meus pedidos de socorro, além de ser demasiado crítico aos outros e por vezes não perceber que, tal como todos os humanos, erro, erro por pensar que os erros dos outros possam desculpar as minhas infantilidades e erros que posso cometer sem perceber os danos que isso possa causar. Costuma-se dizer que ao longo da vida apenas se fazem entre 2 e 5 amigos verdadeiros, se contarmos que o adulto normal é casado e eventualmente tem filhos, ficamos reduzidos a poucos amigos que não sejam família, sendo que normalmente os melhores amigos fazem-se nos anos de escola, sejam eles no Ensino Secundário, sejam eles no Ensino Superior. Se pensarmos que a nossa identidade é moldada por estes colegas/amigos que tu tens e que todas as ações que estas pessoas façam, directa ou indirectamente, te influenciam em todas as tuas futuras ações é, ao mesmo tempo, intrigante e assustador. Gostaria de pedir ao leitor ou leitora para pensar naqueles que considera amigos/amigas, já alguma vez esteve numa situação em que precisasse deles/delas, em que quando precisasse de uma palavra, ou simplesmente de uma demonstração de carinho eles/elas demonstraram-lhe esse afeto indispensável nessa fase difícil da vida? Ou que quando tivesse no fundo do poço psicológico o puxassem para cima? Por vezes quem menos espera é aquele que vai logo puxá-lo para cima, mas mesmo assim, parece ignorar essas pessoas, infelizmente, elas gostam e preocupam-se mais contigo do que tu imaginavas, chegando ao ponto de até, gostarem mais de ti, que tu delas.
(In)felizmente a amizade é um tema que se pode escrever muito, tanto pelos bons como pelos maus motivos, e este será, concerteza, um tema que irá ser por mim mais uma vez abordado noutros posts.
P.S.: Sintam-se livres de criticar.
P.S.2: Reflictam sobre os (vossos) valores de amizade e tentem ser melhores amigos e pessoas.
Um bem haja.
Início e Apresentação
Antes de mais nada, gostaria de dar as boas vindas ao leitor que está a ler este post.
Como irão ver nos posts a seguir, este é um blog, que tal como o nome indica, irá fazer a reflexão sobre os valores e princípios da sociedade atual a partir de um adolescente na plenitude das suas capacidades críticas.
Até à próxima
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