quarta-feira, 17 de julho de 2013

O medo de ser diferente

Antes de começar, gostaria de explicitar a diferença neste tópico, não é como a diferença do post Pressão de Grupo/Liberdade ó Liberdade, mas sim a diferença na maneira de ser diferente em vários aspetos.
Todo o ser humano é geneticamente diferente, logo, psicologicamente não sentimos, não pensamos e não atuamos da mesma maneira que qualquer outra pessoa, ou seja, somos únicos. Mas existem costumes, ideias e ideais, valores caraterísticos de uma sociedade que parece que se alguém tiver a capacidade de pensar fora da caixa e, realmente fazê-lo, irá ser de certa maneira crucificado pelos restantes indivíduos da sociedade em que se está inserido, e porque será que isto acontece?

Eu, pessoalmente, não sou o típico adolescente (e não, não é por ter um blogue), eu sou alguém que me consideraram um pouco negativista, mas realista, algo que aceito plenamente, pois eu sei aquilo que eu sou, não aquilo que vou ser. Mas continuando e não me querer desviar do tema do post, eu, tal como muitos adolescentes tenho vários interessas, tanto artisticamente, como desportivamente, culturalmente, etc, e vejo que sempre que eu entro por uma via alternativa no desporto (por exemplo, sou amante de ciclismo) sou (quase) automaticamente marginalizado, apenas porque ao invés de seguir a moda normal de ter como desporto predileto o Futebol, tenho o Ciclismo, e por causa disto já tive a típica discussão de ‘‘Qual desporto é o melhor?’’, aqui não se trata de quais é o melhor, trata-se sim do prazer que o espetador poderá tirar de observar o desporto. Mas algo interessante é que algumas das pessoas com quem tenho esta discussão (saudável) nunca assistiu sequer a uma prova de ciclismo, logo como poderão comparar?

Infelizmente, Portugal é um país muito tradicional mas que (felizmente) está a se abrir a nível de mentalidades e tem uma geração que poderá fazer realmente algo no que toca a esta mudança de pensamento, mas porquê o medo de observar, aprender, e até descobrir algo que nos torne bastante feliz? Só porque é diferente? Só porque não é moda? Isto faz lembrar as pessoas e os estilos de roupa caraterísticos de cada idade, os brinquedos que estão na moda e depois já não estão, assim como na música e tudo o que for artes (Tokio Hotel/Jonas Brothers, etc, gente, lembram-se?).

Claro que com isto não quero obrigar as pessoas a mudar quem são, longe disso, apenas quero informar que no diferente também há coisas entusiasmantes e que por vezes, têm mais interesse por isso mesmo, por se saber o que os outros estão a perder. Hasta.

É possível ser assim, diferente, mas feliz!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Liberdade, ó Liberdade

Liberdade. Uma palavra que estamos tão habituados a ouvir mas que por vezes não sabemos o seu significado. Mas será que somos livres? Não no sentido de vivermos numa democracia, mas som no sentido de podermos dar as nossas opiniões, de podermos nos sentir ouvidos? Ou será que nós somos manipulados sem nos apercebermos, seja pelos políticos, televisão, etc?

Se calhar estarei a ser um pouco conspiracionista, mas a verdade é que as provas do controlo sobre o povo em vários países estão à mostra um pouco em todas as esquinas. Hoje em dia, tirando raras exceções podemos dizer que a maior parte das coisas estão destinadas, sejam elas comandadas pelos famosos Illuminati, pela Nova Ordem Mundial, entre outros, a verdade é que as provas de o futuro já estar planeado são mais que muitas (as famosas cartas do jogo dos Illuminati a ‘’preverem’’ o atentado do World Trade Center, as famosas Torres Gémeas, em que tem muito mais conteúdo do que o normal do que uns simples atentados).
Mas o que é que isto tem a ver com liberdade?
Isto significa que nós vivemos numa democracia ditatorial (como lhe gosto de chamar), onde quem tem o poder não é quem nós elegemos, mas sim pessoas que nós nem sabemos quem são, mas que existem. Logo, nós não temos poder nenhum sobre os acontecimentos, não podendo ter opiniões divergentes das que estão em vigor. E bem, se tivermos, sabemos o que acontece a essas pessoas…
Ou seja, não somos livres, nunca fomos, nem nunca o seremos, pois ao sermos influenciados por algo ou alguém adotamos os seus ideais, seja isto no desporto, tanto como na religião, esta que nos obriga a fazer algo para agradar a uma espécie de deus (ou Deus, depende da crença) retirando-nos liberdade no sentido de aumentarmos a nossa cultura, retira-nos a possibilidade de evoluir cientificamente devido à ‘crença’ de que algo vai contra os ideias da Bíblia, Alcorão, etc etc.
Isto porquê? Para manter-nos na ignorância para poderem continuar a ludibriar as nossas cabeças e poderem continuar a roubar o pobre (já ouviram falar das indulgências)…
Na idade Média quem tentasse provar algo no sentido de ir contra o que a Bíblia dizia, a Inquisição atacava essas pessoas, e o mais estranho de tudo, é que no século XX a Inquisição foi novamente ‘ativada’ por um Papa.

Não querendo atacar mais a religião, pois esse não é o meu objetivo, vou-me virar para coisas que nós pensamos que são inexistentes, mas pelo contrário, são bem existentes… Todos nós pensamos a Censura algo anterior ao 25 de Abril, mas a verdade é que ainda existe, e ainda censura, mas os media têm interesse em, de certa maneira, esconder isto, pois eles são comandados por quem faz a censura, apenas passando o que esses superiores acham correto, mesmo que esteja provado (cientificamente) que esses programas nos tornem mais ignorantes (Big Brother, Secret Story, etc), sendo assim mais fácil manipularem-nos.
Além disto tudo, tudo o que escrevemos ou fazemos na Internet (como o meu blog, por exemplo) é visionado pelos Serviços Secretos…Sim as conversas do Facebook são lidas por alguém à procura de provas de algo que ninguém sabe ao certo o que é… Nos E.U.A. foi descoberto que a NSA (National Security Agency, algo que em português é Agência de Segurança Nacional) tem em vigor um plano de espionagem a todos os habitantes do país, existindo até piadas na net do género: ‘Se perder os seus números de telemóvel, peça a NSA, que eles lhe irão dar’. Bem, isto vindo do país mais livre do mundo não dá propriamente ideia de liberdade mas sim de prisão sem paredes, onde somos controlados 24 horas sobre 24.


Se nós ainda nos sentimos livres neste mundo, ou somos muito idiotas, ou ainda temos fé em algo que simplesmente não existe… Ao menos sintam-se felizes a ler este post, não serão os únicos. 

''I'm free to be whatever I, whatever I choose and I'll sing the blues if I want
I'm free to say whatever I, whatever I like if it's wrong or right it's alright''

Um resumo do que em cima está escrito, mas o em cima descrito é para nos 'ajudar', claro